
Guia de restaurantes, bares e cinemas? Pra quê? O Foursquare é uma rede social, que se encarrega de dar informações do gênero em poucos caracteres, tal qual as publicações que cabem na bolsa e são impressas semanalmente em jornais e revistas.
Cria-se a conta e, pelo celular, o sujeito diz onde está e, se der na telha, dá dicas do local. Em suma, está decretado o fim dos guias com dicas, em que especialistas dão suas notas e supostas críticas a refeições, filmes, peças de teatro, baladas, exposições e qualquer serviço que estiver disponível na cidade.
Por ora o Foursquare funciona em iPhone, BlackBerry e celulares com o sistema Android.
Até poucos dias atrás, a versão testada em iPhone 3Gs e no Galaxy Samsung deixava a desejar. Ok, o pessoal da empresa melhorou as versões para Android e iPhone, e, agora, dá pra brincar um pouco mais.
Detalhe importantíssimo. Até 2009 havia pouquíssimos usuários brasucas. Desde o início deste ano, parece que meio mundo do eixo Rio-Sampa decidiu fazer uso da rede.
Há até quem reclame do excesso de compatibilidade entre Foursquare, Facebook e Twitter. Protesto infundado, pois basta configurar qualquer um desses serviços para não receber tantas atualizações, muito menos ser incomodado com avisos de emails, informando por onde seus amigos andam. Se é que realmente estão em todos esses lugares.
Os criadores do Foursquare aliaram a essa rede social um outro recurso, cujo papel acaba sendo lúdico: o usuário recebe pontuação, vira prefeito do lugar, perde o posto se alguém passar por lá mais vezes e ganha prêmios, mais conhecidos por medalhas ou "badges", de super usuário, deportista e por aí vai.
